No primeiro dia de disputas pelos lotes de radiofreqüência de telefonia móvel, realizado ontem (25/09) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a disputa foi acirrada e o ágio médio dos lotes disputados foi cerca de 40%.

A Oi passará a operar em todo o Estado de São Paulo após ter adquirido o Lote 7. Dessa forma, além da Unicel, que adquiriu licença no início deste ano, São Paulo passa a ter uma nova concorrente. Na região metropolitana, serão agora cinco operadoras (Vivo, TIM, Claro, Oi e Unicel).

A Vivo conseguiu completar cobertura nacional na segunda geração, igualando-se à TIM, que até então era a única com licença em todo o País. Com o Lote 22 (estados de Alagoas, Ceará, Paraíba, Piauí, Pernambuco e Rio Grande do Norte), a Vivo vai operar em todo o Nordeste e, com os lotes 12 e 13, em Minas Gerais. A companhia anunciou a decisão de comprar o controle da Telemig em agosto, mas a transação ainda não foi aprovada pela Anatel.

A Claro obteve o Lote 16 (municípios de Londrina e Tamarana no Paraná) e o Lote 20 (estados do Amazonas, Amapá, Pará, Maranhão e Roraima), também completando estados onde não atuava.

Ao ser informado dos resultados do primeiro dia da licitação, o presidente da Anatel, Ronaldo Mota Sardenberg, afirmou que o Brasil atingiu a meta de ter, pelo menos, quatro grandes operadoras em cada área de prestação da telefonia móvel. Ele também disse estar satisfeito com os resultados obtidos na licitação, a primeira na sua gestão.

As propostas de preço continuarão a ser abertas hoje (26/09), a partir das 9h, no Espaço Cultural da Anatel. As novatas Easytone e Options, que entregaram propostas, mas ainda não atuam na telefonia celular, ainda não adquiriram lotes, mas poderão ter novas chances hoje.

Cansado de ficar sem tinta justamente na hora de imprimir aquele documento urgente ou de ter que pagar praticamente o preço da impressora em um novo cartucho a cada troca? Eleita uma das 10 empresas que devem “mudar as regras do jogo” na sua indústria pela revista Business 2.0, a norte-americana Zink Imaging pode ter a solução para os seus problemas: uma impressora sem tinta.

A tecnologia patenteada pela companhia norte-americana substitui os cartuchos, toners e afins por um papel especial que traz embutidos cristais microscópicos, protegidos por uma camada de polímero. Na sua forma original, os cristais não são coloridos, portanto o papel se parece com uma folha branca qualquer.

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Mas quando entra em ação, a impressora aquece o material, ativando e colorindo os cristais e fazendo com que a imagem se materialize no papel. “O processo de impressão é radicalmente simples. É só acrescentar papel”, comentou Scott Wicker, executivo de marketing da Zink, em entrevista por e-mail.

Qualquer semelhança com as câmeras fotográficas instantâneas não é mera coincidência: a Zink é uma empresa oriunda da Polaroid e até hoje utiliza antigas instalações da companhia em Waltham, Massachusetts, como sede. Em julho deste ano, a Zink adquiriu instalações da Konica Minolta – outra fabricante de câmeras fotográficas – em Whitsett, Carolina do Norte.

De acordo com Wicker, a primeira impressora portátil baseada na tecnologia chega ao mercado no início de 2008, com um preço estimado em 129 dólares. Paralelamente, a Zink trabalha com outros parceiros para garantir o lançamento de mais produtos compatíveis com a tecnologia. “Vamos anunciar uma série de parcerias nos próximos meses”, assegura o executivo.

A impressora portátil vai imprimir imagens no formato de 2” x 3” (5,1 cm x 7,6 cm) e a previsão é que um pacote com dez folhas de Zink Paper – o papel especialmente produzido para a impressora – neste formato vá custar 1,99 dólares. “O papel é o único suprimento necessário. Não há custos escondidos”, lembra Wicker.

Outra vantagem da tecnologia é a mobilidade. Além de dispensar os cartuchos, dando margem à redução de tamanho dos equipamentos, as impressoras da Zink não estão sujeitas aos efeitos da gravidade como as tradicionais – portanto, elas podem funcionar em qualquer posição.

O criador de um vírus de informática que afetou milhões de computadores na China foi condenado a quatro anos de prisão, segundo informou hoje o jornal oficial “China Daily”.

Outros três acusados também foram condenados a penas de um ano a dois anos e meio de prisão, por colaborar na criação do vírus, considerado o pior de 2006 na China pela empresa de segurança em informática Rising.

Li Jun, de 25 anos, já tinha admitido ser o autor do vírus “Bastão de Incenso do Panda”, divulgado pela internet entre novembro de 2006 e março de 2007. Ele mesmo criou um antivírus, após ser detido, em fevereiro.

Segundo a Polícia, os quatro condenados ganharam o equivalente a US$ 27 mil vendendo o vírus. Foi o primeiro caso no país em que alguém ganhou dinheiro com a venda de um vírus de informática.

Além de fazer aparecer a imagem de um panda gigante com três bastões de incenso na tela, o vírus criado por Li pode roubar nomes, números de contas e senhas de jogos online e chats.

Segundo a companhia Rising, cerca de 100 mutações do “Bastão de Incenso do Panda” ainda circulam pela internet, tanto na versão chinesa do Windows quanto na inglesa.

Apesar da condenação, o advogado de Li Jun, Wang Wanxiong, disse que algumas companhias de internet tentaram contratar o jovem, chegando a oferecer mais de US$ 133 mil por ano.

O XO, um computador portátil de baixo custo, destinado aos estudantes do Terceiro Mundo, será vendido nos Estados Unidos e no Canadá a US$ 200, com a condição de que cada comprador compre um segundo computador para doá-lo a uma criança de um país subdesenvolvido.

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A Microsoft está em conversações com a Facebook sobre a compra de uma participação minoritária na crescente rede social online que poderia colocar o valor da empresa em 10 bilhões de dólares ou mais, segundo noticia veiculada pelo Wall Street Journal em seu site neste segunda-feira.

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A República da Sérvia comprou uma ilha virtual no mundo eletrônico “Second Life” com ajuda da companhia Telekom Servia, a primeira que apoiou o projeto, informaram hoje os meios de comunicação locais.

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Nova versão de testes do Firefox

22 dUTC Setembro dUTC 2007

A Mozilla atualizou o preview do Firefox 3.0 para o Alpha 8 nesta quinta-feira (20/09), revelando pela primeira vez aos usuários diversas funções de segurança discutidas durante meses.

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A Google lançou, com pouca ou nenhuma divulgação, uma nova ferramenta social para compartilhamento e armazenamento online de endereços favoritos chamada Shared Stuff.

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Um ex-baterista do grupo de música punk Ramones processou Apple, Wal-Mart, RealNetworks e outras empresas por infringir a lei de propriedade intelectual e exigiu que as companhias deixem de vender downloads de canções de sua autoria.

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A Fuji Xerox apresentou um protótipo de fotocopiadora que traduz automaticamente o texto que copia. O aparelho troca a língua enquanto mantém o layout original da página, incluindo parágrafos e ilustrações.

Por enquanto as traduções não estão perfeitas, mas os engenheiros estão tentando aprimorar o produto. Ainda não se tem data de lançamento ou preço.